Vasectomia ou cirurgia esterilizadora masculina

A vasectomia ou cirurgia esterilizadora masculina  é a cirurgia recomendada para homens que não querem mais ter filhos.    É um procedimento simples realizado pelo urologista feita com anestesia local e é realizado um corte de 0,5 cm em cada bolsa escrotal com posterior secção e ligadura dos ductos deferentes, que são os canais responsáveis por conduzir os espermatozoides do testículo até a uretra ocasionando assim a interrupção destes canais. Depois do procedimento, o homem continua ejaculando normalmente, porém sem a presença de espermatozóides no esperma, evitando assim definitivamente uma gravidez. É dado dois pontinhos com foi absorvível externamente que não precisam ser removidos depois.

Antes de decidir pela cirurgia o paciente deve ter certeza que não quer mais ter filhos, por ser um procedimento que deixa o homem estéril. Existe a reversão de vasectomia, que é a religadura dos ductos que foram cortados, porém seus índices de sucesso são muito baixos.

A vasectomia é um excelente método de planejamento familiar, e possui vantagens em relação à laqueadura tubária, pois o procedimento é rápido, dura cerca de meia hora, seguro, eficaz, de baixo custo e não requer internação.

A maioria dos homens sofrerá pequenos problemas na pele do escroto como pequenos hematomas e dor local por três a cinco dias depois da operação. Não provoca disfunção erétil ou diminuição do prazer do homem.

As taxas de falha da vasectomia são mínimas, menores que 1 %. A recanalização expontânea dos ductos deferentes existe, mas é extremamente rara.

O retorno das atividades diárias e profissionais pode ocorrer no dia seguinte e relações sexuais devem ser interrompidas no período de 7 dias.

A vasectomia não protege contra as doenças sexualmente transmissíveis e por isso para se prevenir de doenças como HIV, sífilis, HPV e gonorreia, ainda será preciso usar camisinha em toda relação sexual, principalmente se tiver mais que uma parceira sexual.

Mesmo após a cirurgia o casal deve se previnir mantendo os métodos contraceptivos (camisinha, pílula anticoncepcional, DIU, etc) por um período de aproximadamente três meses, ou após 25 ejaculações, porque nesse período ainda podem restar alguns espermatozóides dentro dos canais havendo chance de engravidar a parceira. Após esse período é solicitado pelo médico um espermograma e se o resultado mostrar ausência de espermatozóides no ejaculado, o paciente está apto a ter relações sexuais sem o risco de uma gravidez.

Em caso de dúvidas procure o seu urologista

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